segunda-feira, 30 de março de 2020

A misericórdia de Deus é bem maior do que se possa imaginar.

Dia ESPECIAL 🙏🏼 Dia de BENCAOS!

Confesso que assim que o televisionamento começou me deu um aperto no peito. Angústia porque tudo estava assim pensava nos egoísmos, nos erros e conflitos pelo mundo. Uma lembrança dele rezando nas Jornadas Mundial da Juventude, na Praça São Pedro lotada, lembrança de quando assumiu o Papado. Uma vontade de gritar Santo Padre tu não estás sozinho, tem gente rezando por ti. Eu nas minhas crises e deserto espiritual estou rezando por ti.

O tempo estava fechado, caía  uma leve chuva e nosso querido Papa rezando diante da Praça São Pedro completamente vazia...

Mas vi aquele vazio aos as fisicamente, porque a Oração foi tão forte que me senti parte do mundo que naquele instante em que orávamos.

Meu coração se aqueceu...

E mesmo indigna, assumi o recebimento dessa indulgência porque sei que Deus conhece minhas fraquezas, mas principalmente conhece a minha vida e mesmo quando penso em desistir. Deus sempre vem e insiste em me acolher como filha, amiga e serva.❤

Como disse São Paulo: "...não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. " Misericórdia, Senhor!

Que minha conversão seja diária e que o Deus me capacite para serví-lo.

Cura-me no que precisa.ser curado...cura minha família, ...cura o Mundo!(Espiritualmente, principalmente!)

🙏🏼🙏🏼🙏🏼🙏🏼🙏🏼🙏🏼

Graças e louvores a Ti, Senhor!

#IgrejaCatólica

#papafrancisco#IndulgênciaPlenária


#DeusÉbomoTempoTodoDeuséBom



#DescriçãoDaImagem #PraCegoVer Oração do Pai Nosso em Inglês,  Francês, espanhol, português e libras.

"Homilia do Papa Francisco na celebração extraordinária de oração pela pandemia da Covid-19

Ao entardecer…» (Mc 4, 35): assim começa o Evangelho, que ouvimos. Desde há semanas que parece o entardecer, parece cair a noite. Densas trevas cobriram as nossas praças, ruas e cidades; apoderaram-se das nossas vidas, enchendo tudo dum silêncio ensurdecedor e um vazio desolador, que paralisa tudo à sua passagem: pressente-se no ar, nota-se nos gestos, dizem-no os olhares. Revemo-nos temerosos e perdidos. À semelhança dos discípulos do Evangelho, fomos surpreendidos por uma tempestade inesperada e furibunda. Demo-nos conta de estar no mesmo barco, todos frágeis e desorientados mas ao mesmo tempo importantes e necessários: todos chamados a remar juntos, todos carecidos de mútuo encorajamento. E, neste barco, estamos todos, todos. Tal como os discípulos que, falando a uma só voz, dizem angustiados «vamos perecer» (cf. 4, 38), assim também nós nos apercebemos de que não podemos continuar estrada cada qual por conta própria, mas só o conseguiremos juntos.

Rever-nos nesta narrativa, é fácil; difícil é entender o comportamento de Jesus. Enquanto os discípulos naturalmente se sentem alarmados e desesperados, Ele está na popa, na parte do barco que se afunda primeiro... E que faz? Não obstante a tempestade, dorme tranquilamente, confiado no Pai (é a única vez no Evangelho que vemos Jesus a dormir). Acordam-No; mas, depois de acalmar o vento e as águas, Ele volta-Se para os discípulos em tom de censura: «Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» (4, 40).

Procuremos compreender. Em que consiste esta falta de fé dos discípulos, que se contrapõe à confiança de Jesus? Não é que deixaram de crer N’Ele, pois invocam-No; mas vejamos como O invocam: «Mestre, não Te importas que pereçamos?» (4, 38) Não Te importas: pensam que Jesus Se tenha desinteressado deles, não cuide deles. Entre nós, nas nossas famílias, uma das coisas que mais dói é ouvirmos dizer: «Não te importas de mim». É uma frase que fere e desencadeia turbulência no coração. Terá abalado também Jesus, pois não há ninguém que se importe mais de nós do que Ele. De facto, uma vez invocado, salva os seus discípulos desalentados.

A tempestade desmascara a nossa vulnerabilidade e deixa a descoberto as falsas e supérfluas seguranças com que construímos os nossos programas, os nossos projetos, os nossos hábitos e prioridades. Mostra-nos como deixamos adormecido e abandonado aquilo que nutre, sustenta e dá força à nossa vida e à nossa comunidade. A tempestade põe a descoberto todos os propósitos de «empacotar» e esquecer o que alimentou a alma dos nossos povos; todas as tentativas de anestesiar com hábitos aparentemente «salvadores», incapazes de fazer apelo às nossas raízes e evocar a memória dos nossos idosos, privando-nos assim da imunidade necessária para enfrentar as adversidades.

Com a tempestade, caiu a maquilhagem dos estereótipos com que mascaramos o nosso «eu» sempre preocupado com a própria imagem; e ficou a descoberto, uma vez mais, aquela abençoada pertença comum a que não nos podemos subtrair: a pertença como irmãos.

«Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Nesta tarde, Senhor, a tua Palavra atinge e toca-nos a todos. Neste nosso mundo, que Tu amas mais do que nós, avançamos a toda velocidade, sentindo-nos em tudo fortes e capazes. Na nossa avidez de lucro, deixamo-nos absorver pelas coisas e transtornar pela pressa. Não nos detivemos perante os teus apelos, não despertamos face a guerras e injustiças planetárias, não ouvimos o grito dos pobres e do nosso planeta gravemente enfermo. Avançamos, destemidos, pensando que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente. Agora nós, sentindo-nos em mar agitado, imploramos-Te: «Acorda, Senhor!»

«Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Senhor, lanças-nos um apelo, um apelo à fé. Esta não é tanto acreditar que Tu existes, como sobretudo vir a Ti e fiar-se de Ti. Nesta Quaresma, ressoa o teu apelo urgente: «Convertei-vos…». «Convertei-Vos a Mim de todo o vosso coração» (Jl 2, 12). Chamas-nos a aproveitar este tempo de prova como um tempo de decisão. Não é o tempo do teu juízo, mas do nosso juízo: o tempo de decidir o que conta e o que passa, de separar o que é necessário daquilo que não o é. É o tempo de reajustar a rota da vida rumo a Ti, Senhor, e aos outros. E podemos ver tantos companheiros de viagem exemplares, que, no medo, reagiram oferecendo a própria vida. É a força operante do Espírito derramada e plasmada em entregas corajosas e generosas. É a vida do Espírito, capaz de resgatar, valorizar e mostrar como as nossas vidas são tecidas e sustentadas por pessoas comuns (habitualmente esquecidas), que não aparecem nas manchetes dos jornais e revistas, nem nas grandes passarelas do último espetáculo, mas que hoje estão, sem dúvida, a escrever os acontecimentos decisivos da nossa história: médicos, enfermeiros e enfermeiras, trabalhadores dos supermercados, pessoal da limpeza, curadores, transportadores, forças policiais, voluntários, sacerdotes, religiosas e muitos – mas muitos – outros que compreenderam que ninguém se salva sozinho.


Perante o sofrimento, onde se mede o verdadeiro desenvolvimento dos nossos povos, descobrimos e experimentamos a oração sacerdotal de Jesus: «Que todos sejam um só» (Jo 17, 21). Quantas pessoas dia a dia exercitam a paciência e infundem esperança, tendo a peito não semear pânico, mas corresponsabilidade! Quantos pais, mães, avôs e avós, professores mostram às nossas crianças, com pequenos gestos do dia a dia, como enfrentar e atravessar uma crise, readaptando hábitos, levantando o olhar e estimulando a oração! Quantas pessoas rezam, se imolam e intercedem pelo bem de todos! A oração e o serviço silencioso: são as nossas armas vencedoras.

«Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» O início da fé é reconhecer-se necessitado de salvação. Não somos autossuficientes, sozinhos afundamos: precisamos do Senhor como os antigos navegadores das estrelas. Convidemos Jesus a subir para o barco da nossa vida. Confiemos-Lhe os nossos medos, para que Ele os vença. Com Ele a bordo, experimentaremos – como os discípulos – que não há naufrágio. Porque esta é a força de Deus: fazer resultar em bem tudo o que nos acontece, mesmo as coisas más. Ele serena as nossas tempestades, porque, com Deus, a vida nunca morre.

O Senhor interpela-nos e, no meio da nossa tempestade, convida-nos a despertar e ativar a solidariedade e a esperança, capazes de dar solidez, apoio e significado a estas horas em que tudo parece naufragar.


O Senhor desperta, para acordar e reanimar a nossa fé pascal. Temos uma âncora: na sua cruz, fomos salvos. Temos um leme: na sua cruz, fomos resgatados. Temos uma esperança: na sua cruz, fomos curados e abraçados, para que nada e ninguém nos separe do seu amor redentor. No meio deste isolamento que nos faz padecer a limitação de afetos e encontros e experimentar a falta de tantas coisas, ouçamos mais uma vez o anúncio que nos salva: Ele ressuscitou e vive ao nosso lado. Da sua cruz, o Senhor desafia-nos a encontrar a vida que nos espera, a olhar para aqueles que nos reclamam, a reforçar, reconhecer e incentivar a graça que mora em nós. Não apaguemos a mecha que ainda fumega (cf. Is 42, 3), que nunca adoece, e deixemos que reacenda a esperança.

Abraçar a sua cruz significa encontrar a coragem de abraçar todas as contrariedades da hora atual, abandonando por um momento a nossa ânsia de omnipotência e possessão, para dar espaço à criatividade que só o Espírito é capaz de suscitar. Significa encontrar a coragem de abrir espaços onde todos possam sentir-se chamados e permitir novas formas de hospitalidade, de fraternidade e de solidariedade. Na sua cruz, fomos salvos para acolher a esperança e deixar que seja ela a fortalecer e sustentar todas as medidas e estradas que nos possam ajudar a salvaguardar-nos e a salvaguardar. Abraçar o Senhor, para abraçar a esperança. Aqui está a força da fé, que liberta do medo e dá esperança.

«Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» Queridos irmãos e irmãs, deste lugar que atesta a fé rochosa de Pedro, gostaria nesta tarde de vos confiar a todos ao Senhor, pela intercessão de Nossa Senhora, saúde do seu povo, estrela do mar em tempestade. Desta colunata que abraça Roma e o mundo desça sobre vós, como um abraço consolador, a bênção de Deus. Senhor, abençoa o mundo, dá saúde aos corpos e conforto aos corações! Pedes-nos para não ter medo; a nossa fé, porém, é fraca e sentimo-nos temerosos. Mas Tu, Senhor, não nos deixes à mercê da tempestade. Continua a repetir-nos: «Não tenhais medo!» (Mt 14, 27). E nós, juntamente com Pedro, «confiamos-Te todas as nossas preocupações, porque Tu tens cuidado de nós» (cf. 1 Ped 5, 7)."

Vaticano, 27 de março de 2020

#DescriçãoDasImagensAbaixo #PraCegoVer

Sequência das orações de como conseguir a indulgência primária confissão, comunhão espirutual, ato de contrição e oração pelo Papa.




Mensagem: Coincidentemente estamos na quarentena na altura da quaresma (Quaresma são 40 dias que antecede a Páscoa), foi o período que Jesus Cristo se isolou no deserto para meditar, abrandar, ganhar forças e voltar ao essencial e aceitar a vontade de seu Pai. Crentes ou não façamos de nossa quarentena uma verdadeira quaresma. Aceitar aquilo que não podemos mudar, ajuda-nos a retirar deste momento alguns ensinamentos e superáros com mais leveza. Não estamos sozinhos. #JesusEuConfioEmVós

#QuaresmaParaReconciliarMeComDeus

#QuaresmaTempoDeSePerdoar

#TempoDePedirPerdão #TempoDeReplanejar #DeixarDeusGuiar.

#DescriçãoDaImagemPraCegoVer Em fundo branco Jesus Cristo carregando a cruz escrito Domingo de Ramos in 2020.

#DescriçãoDaImagemPraCegoVer

Imagem dos ramos e a mensagem escrito em inglês retirado da Bíblia de Mateus Capítulo 21, versículo 9: " Blessed is the one who comes is the name if the lord." (Abençoado.É o Senhor que vem .)

Pay Sunday - Domingo de Ramos 

Irmãos em CRISTO!!Teremos um Domingo de Ramos atípico, sem a eucaristia presencial. Contudo, como a igreja de Cristo somos nós e não os templos, que por força das circunstâncias encontram-se fechados. Para derrotarmos esse inimigo comum,vamos mostrar que somos de Cristo. Por isso vamos no Domingo de Ramos (05/04) cortar os ramos 🌿🌿🌿e pendurar nas janelas das nossas casas enquanto cantaremos Hosana ao Filho de David. Vamos abraçar o desafio e mostrar que a igreja de Cristo está tão viva quanto o Seu Senhor.🙏❤️

Partilhe em todos os grupos e convide a todos os teus parentes a cortarem os ramos e os colocarem nas janelas no Domingo de Ramos🌿🌿🌿.


quarta-feira, 25 de março de 2020

Como está suas atividades em dias de quarentena?

Oi amigos !
Esse link se trata de uma pesquisa de dois terapeutas ocupacionais que estão buscando verificar quais ocupações estão sendo mais afetadas nesse período de isolamento social por causa do coronavírus.
Por favor compartilhe com o máximo de amigos que puder
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd-4nGG51kwNHhQy_rKTeEdUL1rylayBG7H_wPmnBScuizRfg/viewform

#DescriçãoDaImagemAbaixo #PraCegoVer uma imagem. Escrito: Proteja Você e os outros do Coranavírus
Lave as mãos sempre, evite tocar na face, tussa nas mangas ou tape a sua boca com o cotovelo. E uma foto do presidente Jair Bolsonaro escrito: Ignore o Presidente

Em decorrência de uma pandemia que afetou e tem afetado o mundo. Milhares de países pararam. Mortes,colapso na economia. O Brasil correr para fazer uma quatentena, isolamento e distanciamento social a pedido de vários estados e municípios do Brasil é para evitar que nosso Sistema único de saúde e nossos hospitais particulares entrem em colapso.

Pois nossa economia não estava bem. Nossa saúde particular e pública estava com problemas,baixos salários, pouca mão de obra, desvalorização há muito tempo pelos profissionais.

#DescriçãoDaImagemAbaixo #PraCegoVer
Entenda
Em isolamento pessoa que testou positivo para o Covid-19
Em quarentena pessoa que esteve em contato com alguém que tem o vírus e está aguardando para ver se tem sinais.
Em distanciamento social que está fazendo a sua parte para reduzir o risco de transmissão.
Agora que você sabe distinguir uma coisa da outra pratique o distanciamento social para não cair em quarentena e acabar em isolamento.
Seguido de um homem de terno com uma máscara.

Por dra Maira Fróes
A QUARENTENA É POR CAUSA DA QUANTIDADE FINITA DE LEITOS, MÉDICOS, EQUIPAMENTOS E REMÉDIOS: A VELOCIDADE DO CONTÁGIO E A GRAVIDADE DO ADOECIMENTO LEVAM AO COLAPSO QUALQUER REDE DE SAÚDE DO MUNDO!!!!!!
Pra quem está comparando com sarampo, h1n1, dengue etc., Eu digo o seguinte...
Acho que não entenderam...
A quarentena não é pela saúde, não é pelo contágio, não é pelo número de mortes. Portanto parem de comparar com qualquer doença, ok?
A quarentena é por causa da VELOCIDADE!
Nenhuma dessas doenças mataram mais de mil pessoas POR DIA e todo dia!
E a quarentena NÃO É por causa da quantidade rápida de mortos.
Entendam...
A quarentena é por causa da quantidade de leitos, médicos, equipamentos e remédios!
Se não nos isolarmos, teremos o colapso do atendimento, e pessoas terão que morrer em casa!
Aos milhares.
Diariamente.
Deu pra entender agora?
Parem de comparar com qualquer coisa que vcs estão lendo e estudem a peste negra.
Daí sim vcs entenderão o que é dizimar um terço da população mundial..."

E lave bem as mãos. Palma, dorso, dedos, punho, braço e antebraço. 

Sequência de como deve ser feita a lavagem das mãos palma, dorso, dedos e punho.



terça-feira, 17 de março de 2020

Coração viajante em tempos de quarentena

Em tempos de quarentena e um coração apaixonado por viagens. Em tempos que aeroportos, rodoviárias estão fechadas. 

Que possamos aproveitar os tempos modernos e viajar pela tecnologia. 

E pelos livros.

Aqui está uma boa sugestão para nossos filhos  -visitas culturais online. A internet nos ajudando a passar por tudo isso:

O MET oferecerá na próxima semana Ópera online gratuitamente através da sua página oficial.
Todas as noites às 19.30 hora local, uma produção diferente.
Segunda-feira 16. Carmen
Terça-feira 17. A Boheme
Quarta-feira 18. Il Trovatore
Quinta-feira 19. Traviata...+ info 👇🏻
https://t.co/RErIzxA7Zb

10 museus para visitar estando em casa: Tour virtual e coleções online.

1. Pinacoteca de Brera - Milão https://pinacotecabrera.org/

2. Galeria Uffizi - Florença https://www.uffizi.it/mostre-virtuali

3. Museus do Vaticano - Roma http://www.museivaticani.va/content/museivaticani/it/collezioni/catalogo-online.html

4. Museu Arqueológico - Atenas https://www.namuseum.gr/en/collections/

5. Prado - Madrid https://www.museodelprado.es/en/the-collection/art-works

6. Louvre - Paris https://www.louvre.fr/en/visites-en-ligne

7. Museu Britânico - Londra https://www.britishmuseum.org/collection

Museu Metropolitano 8.-Nova Iorque https://artsandculture.google.com/explore

9. Hermitage - São Petersburgo https://bit.ly/3cJHdnj

10. Galeria Nacional de Arte - Washington https://www.nga.gov/index.html

https://www.nga.gov/index.html