Todos deveriam estudar história independente de serem
jovens ou não. A história deveria ser estudada para não
repetir os erros do passado e sim melhorar uma civilização
que anda destruída desde muito tempo com valores que
favorecem o próprio ego. Infelizmente vivemos em uma
sociedade que quer a todo custo decidir o que devemos ser
em vez de valorizar o que nós somos realmente. A todo
tempo as pessoas sofrem querendo ser algo que não são.
Ser Contra a ideologia do gênero é poder defender o que
somos. Se nascemos mulheres ou homens devemos
respeitar a nossa própria natureza humana ao invés de
querermos ser o que não somos. Mulheres e homens são
diferentes sim em sua natureza biológica e humana e
mesmo com os avanços tecnológicos não conseguimos
mudar essa natureza que faz parte da identidade do ser
humano. Querer mudar essa natureza é querer destruir
toda civilização sem pensar nos problemas que poderá
acarretar a espécie humana.
Graças a Deus que eu não fiz o ENEM. Graças a Deus eu
conheci o lado bom de ter estudado na UFRJ . Graças a
Deus Conheci o GOU ( GOU Grupo de Oração Universitário
UFRJ) que me fez permanecer firme na minha Fé, nos
meus conceitos de uma civilização construída no amor.
Ver essa questão me entristece em ver um país que quer a
qualquer custo que as pessoas assumam personalidades
contrárias a sua natureza biológicas.
Devemos assumir quem nós somos. Se nascemos
Mulheres, somos mulheres, nascemos com uma missão
linda que é o dom da maternidade. Destruir o Ser Mulher é
destruir a essência de toda feminilidade existente em nós
mulheres.
Aos homens, assumam sua essência, masculina. Homens
vocês tem uma grande missão em proteger, amparar,
escutar e guiar as mulheres para construção de uma
civilização baseada no amor.Com iniciativa, decisão em
oferecer segurança, responsabilidade, companheirismo,
confiança e enfim paternidade. sejam nossos bons pastores
para conseguirmos ser as mulheres segundo o coração de
Deus.
Texto de Arlene Denise Bacarji, graduada em filosofia pela Universidade Católica Dom Bosco (1991), mestrado em Sociologia pela Universidade Federal do Paraná (2000), mestrado em Teologia pela PUC (RS) e doutorado em Teologia sistemático-pastoral pela PUC-Rio. Foi professora e coordenadora adjunta da Faculdade Palotina de Santa Maria (RS) no curso de Teologia. Atualmente, é coordenadora do Curso de Teologia da Faculdade Canção Nova em Cachoeira Paulista (SP).
"Nem tudo que é cultural é errado, mas
precisamos discernir o que é real e o que é loucura
Primeiramente, precisamos entender dois conceitos-chave
para compreendermos o assunto a seguir. O primeiro é o
que é “ideologia”. Essa palavra não significa um conjunto de ideias simplesmente como muitos pensam. Ideologia
significa um conjunto de ideias falsas ou verdadeiras
(podem conter as duas juntas), a serviço de interesses
religiosos, políticos, econômicos e, hoje, também os
interesses sexuais. O outro conceito que precisamos
entender bem é o de sofisma. Um sofisma é uma ideia falsa
que parece ser verdadeira, um argumento que transforma
uma mentira em algo com aparência de verdade.
Com esses dois conceitos
apreendidos, podemos esclarecer
o tema abordado nesse artigo.
Ideologia de gênero é uma “ideologia” que atende a
interesses políticos e sexuais de determinados grupos, que
ensina, nas escolas, para crianças, adolescentes e adultos,
que o gênero (o sexo da pessoa) é algo construído pela
sociedade e pela cultura, as quais eles acusam de
patriarcal, machista e preconceituosa. Ou seja, ninguém
nasce homem ou mulher, mas pode escolher o que quer
ser. Pois comportamentos e definições do ser homem ou
mulher não são coisas dadas pela natureza e pela biologia,
mas pela cultura e pela sociedade, segundo a ideologia de
gênero.Bem, vamos aqui fazer o discernimento necessário:
existem verdades e mentiras nesses argumentos.
Primeiro vamos colocar as verdades:
Realmente, alguns comportamentos são culturais, por
exemplo, as cores, alguns aspectos dos papéis masculino e
feminino que não envolvem as questões biológicas
obrigatoriamente, o machismo que colocou a mulher fora da
sociedade por muitos séculos etc.No entanto, precisamos
entender, em primeiro lugar, que a cultura não é algo que
deve ser desprezado, pois indica normas de
comportamentos e papéis que organizam uma sociedade e
estruturam as pessoas psiquicamente, um exemplo disso é
que uma cultura que se desmorona como de algumas
tribos indígenas no Brasil, desmorona também o psiquismo
dos seus membros. Então, nem tudo que é cultural é
errado, muito ao contrário, o cultural pode ser estruturante
e saudável para a sobrevivência de uma sociedade, de uma
tribo ou de uma comunidade.
Em segundo lugar, os papéis (muitas vezes realçados pelos
brinquedos infantis, pelas cores etc) são de extrema
importância para o psiquismo saudável, para que a pessoa
possa construir sua identidade, inclusive a sexual.
A ideologia de gênero quer incutir na nossa mente que esses papéis são apenas criações culturais machistas e patriarcais para a dominação do homem sobre as mulheres.
Mas será que um homem pode exercer o papel de mãe?
Será que uma mulher pode ter a mesma força física de um
homem de forma natural, sem nenhum recurso externo
como hormônios masculinos? Será que um homem que
nasce homem poderá mesmo ser mulher um dia?
Temos de entender que existem os aspectos biológicos que
não podem ser negados, eles são reais e dados. Loucura
são as vezes que escapamos da realidade para fazer de
nossas fantasias, alucinações e delírios uma realidade.
Hoje, vivemos a loucura, em que as pessoas fazem de seus
delírios uma realidade e ainda querem impô-las aos outros
por meio de leis.
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