sábado, 9 de março de 2019

#Ligue180 #ChegaDeFeminicídio #CulturaDePazPelaVida


#DiaDaMulherÉTodoDia 
Então em meios a notícias não tão boas quanto ao número de feminicídio. Lembremos de respeitar pela vida das mulheres e defender a vida sempre.

#Disque180

A central de atendimento à Mulher em Situação de Violência - Ligue 180 – é um serviço de utilidade pública gratuito e confidencial (preserva o anonimato), oferecido pela Secretaria Nacional de Políticas, desde 2005.
Ligue 180 tem por objetivo receber denúncias de violência, reclamações sobre os serviços da rede de atendimento à mulher e de orientar as mulheres sobre seus direitos e sobre a legislação vigente, encaminhando-as para outros serviços quando necessário. 
A Central funciona 24 horas, todos os dias da semana, inclusive finais de semana e feriados, e pode ser acionada de qualquer lugar do Brasil e de mais 16 países (Argentina, Bélgica, Espanha, EUA (São Francisco), França, Guiana Francesa, Holanda, Inglaterra, Itália, Luxemburgo, Noruega, Paraguai, Portugal, Suíça, Uruguai e Venezuela). Desde março de 2014, o Ligue 180 atua como disque-denúncia, com capacidade de envio de denúncias para a Segurança Pública com cópia para o Ministério Público de cada estado. Para isso,  conta com o apoio financeiro do Programa ‘Mulher, Viver sem Violência’.
Ele é a porta principal de acesso aos serviços que integram a Rede nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, sob amparo da Lei Maria da Penha, e base de dados privilegiada para a formulação das políticas do governo federal nessa área. 
 No Brasil, ligue para a Central de Atendimento à Mulher: telefone 180.
No exterior:
Argentina, ligar para 08009995500 discar 1 e informar o número 61-3799.0180
Bélgica, ligar para 080010055 discar 1 e informar o número 61-3799.0180
Espanha, ligue para 900 990 055, discar opção 1 e, em seguida, informar (em Português) o número 61-3799.0180.
EUA (São Francisco), ligar para 18007455521 discar 1 e informar o número 61-3799.0180
França, ligar para 0800990055 discar 1 e informar o número 61-3799.0180
Guiana Francesa, ligar para 0800990055 discar 1 e informar o número 61-3799.0180
Holanda, ligar para 08000220655 discar 1 e informar o número 61-3799.0180
Inglaterra, ligar para 0800890055 discar 1 e informar o número 61-3799.0180
Itália, ligar para 800 172 211, discar 1 e, depois, informar (em Português) o número 61-3799.0180.
Luxemburgo, ligar para 080020055 discar 1 e informar o número 61-3799.0180
Noruega, ligar para 80019550 discar 1 e informar o número 61-3799.0180
Paraguai, ligar para 00855800 discar 1 e informar o número 61-3799.0180
Portugal, ligar para 800 800 550, discar 1 e informar o número 61-3799.0180.
Suíça, ligar para 0800555251 discar 1 e informar o número 61-3799.0180
Uruguai, ligar para 000455 discar 1 e informar o número 61-3799.0180
Venezuela, ligar para 08001001550 discar 1 e informar o número 61-3799.0180
Respeitar o corpo da mulher é agradecer a mulher que te deu a vida. Respeite todas aa mulheres. É a maior forma de carinho para comemomorar a cada mês de março.
#ContraACulturaDeMorte #ContraOFeminicídio #ContraOInfanticídio #ContraOAbusoDeMulheres #EmDefesaDaVidaSempre. #PorUmaCulturaDePaz🙏💪☝🙏💪

O QUE PODEMOS FAZER? Em inúmeras mensagens parei para pensar porque a violência contra a mulher. E com algumas dicas de outras mulheres e aproveitando as felicitações de ontem.

Segundo dados de: Por Samira Bueno e Renato Sérgio de Lima, Fórum Brasileiro de Segurança Pública em 08/03/2019.

"Os dados divulgados pelo Monitor da Violência neste 8 de março indicam que a violência contra a mulher permanece como a mais cruel e evidente manifestação da desigualdade de gênero no Brasil. A sociedade, cada vez mais entregue à hipocrisia política e populista daqueles que estimulam a violência como resposta pública ao medo e ao crime, ignora que não há lugar seguro para as mulheres no país. Não há separação entre espaço público e privado para elas – a morte está à espreita dentro das casas, no transporte público, nas ruas e nos espaços de educação e lazer. A violência compõe um cotidiano perverso sustentado por relações sociais profundamente machistas.
Apesar da redução de 6,7% no número de homicídios femininos entre 2017 e 2018 – que passou de 4.558 para 4.254 vítimas -, o percentual frustrou a expectativa diante dos dados divulgados na semana passada, que indicavam 13% de redução das mortes violentas em todo o país. Por que a redução da mortalidade feminina foi tão menor que a dos homicídios em geral?
Se esta redução merece ser celebrada, vale lembrar que permanecemos como um dos países mais violentos do mundo para as mulheres. Estudo divulgado em novembro de 2018 pelo UNODC (Escritório das Nações Unidas para Crime e Drogas) mostra que a taxa de homicídios femininos global foi de 2,3 mortes para cada 100 mil mulheres em 2017. No Brasil, segundo os dados divulgados hoje relativos a 2018, a taxa é de 4 mulheres mortas para cada grupo de 100 mil mulheres, ou seja, 74% superior à média mundial.
Já os registros de feminicídio apresentaram um crescimento esperado, lembrando que neste mês de março a lei 13.104, conhecida como “lei do feminicídio”, que tipifica o homicídio doloso contra a mulher por sua condição de sexo feminino ou decorrente de violência doméstica, completa apenas quatro anos. Há, do ponto de vista estatístico, uma tendência de aumento neste tipo de registro e de migração do que antes estava invisível no conjunto das mortes de mulheres. Assim, no curto prazo, o aumento observado precisa ser analisado a partir de uma lente analítica que considera a violência em si e a forma como esta é registrada e contabilizada. Os baixos números de feminicídios em vários estados revelam a permanente dificuldade das instituições policiais em qualificar o feminicídio, ainda que se reconheça que parcela dos casos só será assim definida após a investigação."


Lembremos de  algumas formas de demonstrar respeito mais eficazes do que as parabenizações e flores.☝🙏💪
Não respeite a mulher por ela ser parente de alguém, respeite-a por ser ALGUÉM;

Respeite TODAS as mulheres (brancas, negras, indígenas, com e sem deficiência

Respeite a autonomia da mulher de ser quem ela quiser ser;

Entenda que não é não e, depois disso, tudo é assédio;

Guarde o seu fiu fiu pra você;

Não elogie uma mulher depreciando outra;

Promova o debate sobre igualdade salarial;

Pare de depreciar e/ou objetificar corpos que não são seus;

Respeite a sua namorada, esposa....

Corrija o coleguinha machista;

Meta a colher em briga de marido e mulher, sim;

Enalteça o trabalho feminino;

Julgue menos a (não) maternidade alheia e lembre-se sempre de que, no Brasil, na maioria das vezes, existe um pai ausente na equação familiar;
Acolha a mãe gestante sem julgamentos, ampare a com redes de apoio eficazes para ajudar futuras mamães.
Lembre-se de defender a vida de uma mulher.Uma mulher que te deu a luz.

Ouça a coleguinha sem interrompê-la desnecessariamente (manterrupting);

Escute o que a coleguinha tem a dizer sobre seus desafios diários como mulher (local de fala);

Não explique a uma mulher algo que ela claramente já sabe (mansplaining);

Não se aproprie e leve os créditos por uma ideia criada originalmente por uma mulher (bropriating);

Pare de manipular mulheres para fazê-las acreditarem que estão erradas ou exagerando quando reclamam de algo razoável (gaslighting). Pronto, você já está colaborando com a luta diária contra o machismo.
E lembremos que antes do Feminismo, existe uma feminilidade plena que toda mulher tem dentro de seu.
➡Mulheres usemos nosso ser Feminino para lutarmos pela vida.
Uma sequência de fotos para lembrar que todas as mulheres podem usar o bem, o amor, a defesa da vida sempre para o bem e para mudanças fortes na humanidade.
#MeuExemploMaisUmaVezVai Para Santa Gianna, Chiara Luce e Nossa Sra de muitas aparições..🙏💪👌🙏💪







A mulher bondosa conquista o respeito,

mas os homens cruéis

só conquistam riquezas.

Provérbios 11:16
"A beleza é enganosa,

e a formosura é passageira;

mas a mulher que teme o Senhor

será elogiada.

Provérbios 31:30




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