sexta-feira, 22 de maio de 2015

Amor Diferente de USAR (I Believe in Love)


Sim, Novamente venho com esse assunto de amor. Fiquei impactada com um texto que li na internet da página (http://www.papodehomem.com.br/mulher-que-da-na-primeira-noite-essa-e-pra-casar/)

Discordei Plenamente do assunto exposto no texto, onde diz que a " algumas mulheres se tornassem quietas e comportadas em relação ao sexo. Ao mesmo tempo em que isso acontecia, algo muito mais forte e incontrolável rolava por dentro da mente (e da saia) feminina. Ao reprimirmos as mulheres de se expressarem sexualmente, a parte animal e instintiva da mulher criou um desejo enorme e um tesão espantoso por essa coisa tão proibida sexo."

 Acredito no relacionamento entre homem e mulher antes de 

um primeiro ato sexual. Ao invés do primeiro encontro ser 

através do ato sexual acho que o casal deveria se conhecer, 

para de fato saber se essa pessoa seria ideal para um 

relacionamento. Ambos tem um desejo pelo Sexo, natural 

para a humanidade. Mas o sexo deveria ser visto como algo 

sublime, um ato de amor, de total entrega entre um casal 

apaixonado, onde o fruto dessa relação possa gerar frutos. 

não um simples ato de prazer que pode trazer 

consequências nada agradáveis para a vida de um casal. 


Posto aqui o site de um grande autor americano que aborda 

bem esse tema de amor, sexualidade: Christopher West’: 

(http://chastityproject.com/2015/04/male-female-created/)

Vale a pena ler e entender que homem e Mulher foram 

criados para o AMOR e Não puramente Pelo Prazer. A 

sociedade deveria entender e compreender o verbo AMAR 

é bem diferente do VERBO USAR. AMAR é para valer. 

USAR, deixa feridas que podem demorar tempos para 

cicatrizar. Na minha profissão vejo muitas mulheres vítimas 

desses relacionamentos de uma noite que trouxeram para 

elas marcas bem difíceis de serem cicatrizadas e sem falar 

nos filhos que muitas acabam tendo em apenas uma noite 

de prazer. Filhos estes que não tiveram culpa da decisão 

dos pais. 

"Social re-engineers do not like this fact, but when we let the data speak, it’s clear: civilization rests on the family—that is, on the committed union of a man and a woman and their naturally resulting offspring. But family life of this kind is only possible to the extent that we undertake the often difficult project of civilizing our sexual desires, orienting them toward upholding the dignity of the human person, the truth of selfless love, and the grandeur of procreation.
When the indulgence of sexual desire becomes an end in itself, society becomes utilitarian. You are valued if you are useful. And, in this case, you are “useful” if you are sexually stimulating. If you are not, or if you get in the way of my pleasure, you will be ignored, discarded, maybe even exterminated. When pleasure is the main goal of sex, people become the means and babies become the obstacle. So we take our pleasure and we kill our offspring—and anything that gets in the way of my “right” to indulge libido (however I desire and without consequence or responsibility) is anathema."  (Christopher West’s new, best-selling eBook, Pope Francis To Go: Bite-Sized Morsels from The Joy of the Gospel, is now available throughPopeFrancisToGo.com.)

#EuAcreditoNoAmorOAmorAcreditaEmMim 



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