quarta-feira, 11 de abril de 2012

MOVIMENTO PRÓ VIDA


Continuemos em oração... amanhã continua o julgamento so STF.
SEJA  A FAVOR DA VIDA. DIGA NÃO AO ABORTO!!

AINDA DÁ TEMPO DE MANIFESTAR NOSSA OPINIÃO A

FAVOR DA VIDA

FAÇA SUA CARTA AOS DEPUTADOS


gabcarlosbritto@stf.jus.br,
gabcob@stf.jus.br,
marcoaurelio@stf.jus.br,
audienciasgilmarmendes@stf.jus.br,
gabminjoaquim@stf.jus.br,
audienciacarmen@stf.jus.br,
gabmtoffoli@stf.jus.br,
gabineteluizfux@stf.jus.br

Eis aê o Modelo de Carta
_____/_____/2012.
“…Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho 



teu não foge à luta, Nem teme, 
quem te adora, a própria morte…”
Excelentíssimos Senhores Ministros do Supremo Tribunal 


Federal, antes de julgarem a ADPF 
54 sobre o aborto dos bebês anencéfalos, peço leiam o que 


tenho a dizer:
Eu, ________________________________________________, venho por meio desta 
carta manifestar que sou contrário(a) ao aborto em todas as 


circunstancias, inclusive nos 
casos em que o feto é portador de anencefalia.
A vida é o maior dom de que dispomos e não compete a 


ninguém o poder de tirá-la.
Em um Estado Democrático de Direito, é preciso que seja 


resguardado o primeiro e mais 
importante Direito Fundamental, o Direito de Viver, sem o 


qual não se pode obter os demais 
direitos à saúde, educação, moradia, alimentação e lazer.
Não pode haver justiça numa decisão que opta por retirar a 


vida de seres inocentes, que se 
encontram numa situação de tamanha fragilidade como a dos 


bebes anencéfalos.
É pela vida do bebê e pelo bem-estar da mãe que lutamos.
O Estado deve zelar pelos cuidados para com a gestante e o 


bebê providenciando o conforto 
possível e todos os cuidados paliativos cabíveis, de maneira a 


aliviar o sofrimento. Além 
disso, devem ser implementadas medidas preventivas (vide 


art. 198, inc.II da CRFB/88) no 
sentido de propiciar a ingestão diária de ácido fólico por 


parte das mulheres em idade fértil, 
por ser este um meio comprovadamente eficaz de prevenção 


às malformações do tubo 
neural, dentre as quais se encontra a anencefalia ou, como 


mais corretamente denominada 
meroanencefalia (ausência parcial do encéfalo).
Defendemos que a mãe possa descobrir a importância do 


seu papel materno no chamado a 
amar seu filho, mesmo que ele esteja doente ou tenha pouca 


expectativa de vida.
A vida, mesmo que breve, merece ser vivida com intensidade 


e amor.
Esta é uma carta de quem ama a vida e luta para que todos 


tenham vida e a tenham em 
abundância.
Atenciosamente,
_____________________________________
(Assinatura)
O mundo condena Hitler mas não condena sua filosofia de 


morte. A única diferença é que 

ele falava explicitamente enquanto nossas ovelhas do 


governo vestidas de lobo se 



camuflam por termos sanitários, preocupados com a saúde 


pública. Isto não é saúde 



pública, Isto é nazismo. (Danilo Pagotto)


O socialismo nacionalista de Hitler possuía um dos mais 


extensos programas de aborto do 



mundo, comparável ao do socialismo internacionalista da 


URSS. Na Alemanha, o programa 



de abortos foi tão longe que começou a matar crianças já 


nascidas (eutanásia de crianças). 

Para não comprometer a "raça ariana", eles chegaram a 


matar crianças que tinham um 

defeito na orelha, urinavam na cama ou eram "difíceis de 


educar". Recentemente, dois 

"especialistas em ética médica" (!) publicaram um 


escandaloso artigo em que defendem 

abertamente o "aborto pós-parto". Baseados no argumento 


válido de que não há diferença 

entre um aborto e o assassinato de uma criança já nascida, 


em vez de concluírem que o 

aborto é mau, advogam escancaradamente o assassinato 


de bebês nascidos. De fato, matar 

dentro ou fora do útero não faz diferença. Então, "vamos 


matar todos". Por que a 

discriminação? Todos têm "direito" ao aborto. As idéias 


socialistas estão voltando com 

força. A eugenia é um abismo que não tem fundo. Se o STF 


(lacaio do PT) autorizar o 

assassinato dos bebês anencéfalos, logo será a vez dos 


bebês down, e assim por diante 

rezemos.

Por Henrique Lima





Por Henrique Lima

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